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ENTIDADES OU FALANGES?

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ENTIDADES OU FALANGES?

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Em sua obra “pluralidade dos mundos habitados”, o astrônomo Francês Camille Flammarion nos traz, entre outras preciosas informações, o conhecimento de que uma falange é composta por cerca de quatrocentos mil espíritos, atuando em “desdobramento, multiplicidade” e que, para a nossa referência, assumem uma determinada denominação, de acordo com sua “roupagem fluídica” e sua “evolução espiritual.” Ao nos depararmos com estes sublimes ensinamentos e ao nos aprofundarmos nos estudos do tema em geral, podemos considerar que são espíritos vibrando numa boa faixa no astral para o trabalho mediúnico, ou “até fora dele”, estiveram no processo reencarnatório e, ao depurarem seus carmas, “não reencarnam mais”, passando a ocuparem outras falanges espirituais, já que no universo em geral nada está parado, isto é, tudo se transforma, tudo evolui. Vale ressaltar, que estas entidades se apresentam aos nossos olhos sob as mais variadas formas e “roupagens fluídicas”, para que possamos absorver determinadas virtudes, colocando-as em prática em nosso dia a dia. Por outro lado, a humanidade terrena é composta por todos os Espíritos que Zambi a ela destinou, em razão da lei de afinidades, e os colocou sob a coordenação de Jesus, o nosso Oxalá Maior. Porém, há mais Entidades na pátria espiritual superior do que no plano reencarnatório. Isto explica porque o número dos mortais decresceu tanto através dos séculos. Vivendo esta realidade de um mundo considerado em dois níveis gerais, o nível dos que estão ainda com a missão de reencarnar e o dos que se encontram fora deste processo, não é surpreendente a constatação de que ocorram influências recíprocas de um nível sobre o outro.Imensa é a leva de entidades que procura contatar os encarnados, seja para ajudar em qualquer coisa, seja para participar de qualquer tarefa, ou seja, para perturbar, de qualquerforma, dependendo do padrão vibratório.Também enorme é a massa de encarnados que deseja contatar as entidades ou os desencarnados, dos mais variados níveis energéticos, seja para pedir uma ajuda banal, seja para vingar-se de desafetos, ou seja, para rogar um socorro direto em casos complexos.Há entidades espirituais que gostam somente de fazer o bem, de ajudar incondicionalmente, de participar de qualquer esforço pela paze a harmonia da humanidade.No entanto, há outras tonalidades vibratórias inteiramente voltadas para o contrário, dando vazão às suas inclinações inferiores, ainda não devidamente transformadas.Uma vez que sabemos da existência da lei de afinidade e de que carregamos uma gama de entidades, tais como, nosso guia, protetores, entidades desenvolvedoras, um mentor espiritual e um benfeitor, além dos espíritos, ainda no plano reencarnatório, com os quais tivemos e ainda podemos ter determinadas “amarras energéticas,” observemos os tipos de sintonias, de contatos mentais que fazemos e que desejamos fazer com os Espíritos.Analisemos os conteúdos dos nossos pedidos dirigidos ao além e o teor das nossas expectativas diante da vida, mantendo a certeza de que quaisquer que sejam nossasposturas, algumas entidades espirituais a elas se associarão.Nossas escolhas quanto aos mais variados aspectos da jornada terrena, as relações de afeto ou desafeto com quem convivemos, ao rumo que dermos às nossas realizações na faixa da honestidade ou da desonestidade, funcionarão como “tomadas ideais” para a nossa ligação com nobres mensageiros da luz ou com desafortunados agentes da sombra. Todas estas constatações nos fazem ter a convicção de que, em razão de ainda não controlarmos nossas “más inclinações,” não estamos incorporando no dia a dia dos nossos terreirosde Umbanda uma determinada entidade, mas falanges de espíritos que,“assumindo uma denominação própria”, sentem-se atraídas por nossas “predisposições morais e intelectuais” do dia específico destinado ao trabalho mediúnico. Por outro lado, se vivermos em clima de constante crescimento espiritual, conservando coração e mente livres de vínculos perturbadores, certamente verificaremos, por exemplo, que a entidade que hoje trabalhamos é bem diferente daquela de quando começamos, mesmo sendo mantida a denominação, assim como no futuro poderá adquirir características bem distintas. Assim sendo, o recomendável será vivermos “espiritualmente na matéria”,buscando seguir as vozes do mais alto para sermos canais confiáveis do universo superior.

Luis Fernando Barros

Dirigente Espiritual

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PUBLICADA EM: 27/02/2026 09:12:56 | VOLTAR PARA: Artigos | OUTRAS PUBLICAÇÕES
Fonte: Luis Fernando Barros


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